CVC dá aula de marketing cultural

As mídias culturais, muitas vezes vistas e tratadas como fundo perdido por diretorias de diversas empresas, mostra que tem potencial comercial direto.

A CVC CORP, uma das maiores operadoras de turismo do Brasil, entrou de cabeça na campanha do Cirque Du Soleil. Não se limitando apenas à divulgação do apoio à obra, foi além e criou pacotes comerciais específicos que não apenas levam os passageiros / turistas, de todo Brasil, até a capital paulista, com também fornece ingressos com até 40% de desconto. Um movimento eficiente capaz de furar a bolha e atrair públicos que eventualmente não procurariam a operadora e chegariam à São Paulo por meios próprios, mas que devido a ligação da empresa com o espetáculo BAZZAR, acabam por encontrar e contratar serviços da marca que garante toda a logística em uma cesta de serviços completa, com aéreo, rodoviário, hospedagem e a experiência inesquecível, garantida pela produção artística, conhecida por ser uma das mais concorridas do mundo.


No Brasil as temporadas do grupo circense são rapidamente associadas ao conglomerado, Bradesco, patrocinador oficial em diversas temporadas anteriores, com um uso muito eficiente do patrocínio para produzir peças publicitárias memoráveis que utilizavam inclusive músicas do espetáculo patrocinado. Porém a CVC Viagens levou essa utilização de contrapartidas a outro patamar. Com retorno de marca, é claro, mas com uma abordagem extra no uso comercial da parceria.


OPORTUNIDADES CULTURAIS:

Apesar de o Cirque du Soleil ser um espetáculo internacional e mundialmente conhecido com quotas de patrocínio com valores expressivos e possíveis apenas às grandes empresas como Bradesco, Enel Brasil, Motorola Brasil, Fiat, Livelo Brasil, Riachuelo e CVC Viagens, apoiadoras em diferentes níveis dessa temporada, outros espetáculos nacionais, possuem também contrapartidas muito positivas, capazes de gerar ativações como a ação da CVC e com quotas de patrocínio mais acessíveis e compatíveis com os fundos de marketing de diversas empresas de grandes a médio e até pequeno porte.


As mídias culturais acumulam em si algumas vantagens que compensam algumas questões como a ausência de uma ação de compra imediata como na internet, ou do grande impacto massivo possível em algumas grades de TV; em contraponto a isso, mídias culturais possuem um tempo de visibilidade muito maior, Bazzar, por exemplo, permanecerá em cartaz, somente em São Paulo de 08 de setembro, até 27 de novembro. Quase três meses de cartaz, sem contar a divulgação prévia, depois ainda desembarca no Rio de Janeiro em 08 de dezembro para uma curta temporada até 30 de dezembro de 2022.


Peças de teatro costumam ficar cerca de 2 meses em cartaz, filmes ficam até 3 meses nos cinemas e depois ainda ganha cartaz em streamings de grande repercussão onde impactarão incontáveis pessoas sem nenhum custo de veiculação, o que faz da cultura, uma das mídias com o melhor custo/benefício de mídia por tempo e impacto de exibição.

O marketing cultural também possui uma característica ímpar que é a capacidade de segmentar públicos de uma forma muito assertiva por faixa etária, renda, região, posição social e outras tantas características demográficas, tornando o impacto personalizado, adequado e mais assertivo para cada recorte de público-alvo. Nos planos comercializados pela CVC, o foco é o preenchimento de hospedagens de 4 e 5 estrelas.

 

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