Para respirar, a arte também precisa de ar...

Nos últimos dias, o protesto do ator Antonio Petrin ganhou eco na imprensa e chamou atenção para um debate fundamental. A valorização do trabalho.

Antonio Petrin na pele de Tenório, durante a primeira versão de Pantanal, produzida pela extinta emissora Manchete em 1990.

Na ocasião o ator Antonio Petrin, intérprete do vilão Tenório, na 1ª versão de Pantanal, protestou em suas redes sociais sobre o convite para figuração especial em um dos capítulos da trama, como uma forma de homenagem. Porém, a participação do profissional não seria remunerada.


Infelizmente, esse não é um caso isolado, embora tenha nos causado grande estranheza que o caso tenha ocorrido com a rede Globo de TV. É incompreensível que isso ocorra, dada a dimensão colossal da emissora e o vasto histórico de um permanente e reconhecido apoio à cultura e fortalecimento de parcela significativa da classe artística através de projetos com remuneração digna, visibilidade, volume de produções etc. Seria importante e adequado que tal conduta fosse apurada e revista.


A agência de fomento cultural La Fourmi, ou, simplesmente, La Fourmi Cultural, veio para mudar essa realidade. Tal qual todos nós precisamos de ar para respirar, todos precisamos de dinheiro e remuneração adequada para sobrevivermos, aos artistas essa dura realidade não negada, artistas vivem de seu trabalho remunerado por seus cachês.


Nosso formigueiro está completamente solidário ao ator Antônio Petrin e somos testemunhas de seu talento e profissionalismo. Muito querido e elogiado por toda equipe do filme As Aparecidas – cuja captação vem sendo realizada pelo nosso “formigueiro” – Petrin brilhou com sua participação especial no filme e sua cena, de tão icônica, está presente no pré-teaser que apresentamos para potenciais patrocinadores do filme em nossas reuniões.

Participação especial de Antonio Petrin no filme "As Aparecidas" (em produção - captação realizada pela La Fourmi))

Apesar de se tratar de uma homenagem, não fosse os atores convidados, a cena precisaria de elenco próprio e todo esse elenco seria remunerado; qual motivo plausível levaria uma produção de tanto sucesso e repercussão a negar o cachê a um dos grandes nomes da história do audiovisual brasileiro?! Desejamos que isso não passe de um mero, embora preocupante, mal-entendido.


Aqui no formigueiro temos consciência da importância da cultura no fortalecimento da identidade de um povo e muito nos entristece que o trabalho dos nossos artistas nem sempre recebam o merecido valor.


No que depender do nosso trabalho, encontraremos marcas dispostas a fortalecerem a cultura e manter o trabalho em condições justas para todos os artistas, técnicos, acadêmico, pensadores e profissionais que, de um modo geral, fazem pulsar a cultura do nosso país.

 

Para conhecer o trabalho do nosso formigueiro cultural e descobrir como sua empresa pode apoiar e se beneficiar do patrocínio cultural, acesse:


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